Comumente, nos deparamos com muitos termos utilizados por diferentes profissionais, desde do médico a falar com seu paciente de modo a detectar sintomas de alguma possível patologia, mas também aos profissionais da ciência agrária, tal como um engenheiro florestal, a tentar por exemplo solucionar problemas para otimização ou planejamento da floresta.
Por mais que não observemos muita similaridade entre os cenários, esses dois possuem algo em comum: a sua finalidade. Isso mesmo, os termos técnicos foram usados para descrever e definir uma situação específica pertinente a cada campo do profissional. 
Um termo técnico, segundo dicionário informal, trata-se de um uma ou mais palavras usadas na linguagem científica, desconhecida por aqueles que não são estudiosos de um determinado ramo. Ou seja, são termos científicos comumente utilizados por profissionais, muitas vezes desconhecido por parte da sociedade.
Como já sabemos de que se trata um termo técnico e a sua finalidade, por que devemos aprender os principais termos técnicos utilizados no setor florestal?
O uso dos termos facilitará a sua atuação como profissional. Imagina, um Engenheiro Florestal que não sabe de que se trata um desbaste ou um inventário amostral? Um pouco constrangedor, não acha?
No monitoramento florestal, por exemplo, há inúmeros termos técnicos utilizados pelos profissionais que atuam neste ramo, que a maioria de estudantes e profissionais da área florestal podem desconhecer. 
E você aí caro engenheiro florestal, sabe quais são os principais termos técnicos utilizados no monitoramento florestal? Então confere aí e aprenda-os.

Incêndio Florestal: fogo sem controle que incide sobre qualquer forma de vegetação, podendo ser provocado pelo homem ou por causas naturais.

Fogo florestal: combustão controlada de materiais combustíveis existentes  nas  áreas florestais.

Combustíveis florestais: São materiais disponíveis no meio ambiente que podem entrar em ignição e queimar.

Controle: consiste em circunscrever toda a área do incêndio dentro de uma linha de controle ou perímetro de segurança, com a finalidade de evitar a sua propagação ou reignição;

Extinção: é o resultado de todas as ações desenvolvidas e executadas no intuito de extinguir o incêndio;

Rescaldo: é a ação final preventiva no intuito de não permitir a reignição ou surgimento de novos focos de incêndio na área sinistrada.

Fogo contrafogo: técnica de combate à incêndios florestais utilizados quando o sentido do vento coincide com o sentido de propagação do incêndio.

Aceiros: Espaço sem vegetação que fica em torno de residências rurais ou à margem de algo para impedir a propagação do fogo.

Cortinas de segurança: são técnicas que alteram a inflamabilidade do material combustível.

Carga de combustível: quantidade de combustível existente numa dada área.

Frente principal ou cabeça: zona onde o incêndio se propaga com maior intensidade;

Retaguarda ou cauda: zona oposta à frente onde o incêndio assume menor intensidade, ainda que possa também progredir nessa direção;

Flanco: parte lateral situada a frente e a retaguarda;
Dedo: Saliência num flanco correspondente ao local onde o incêndio se propaga com maior velocidade;

Ilha: área situada no interior do perímetro do incêndio que não foi afetada pelo mesmo, isto é não foi queimada.

Foco secundário: ponto exterior, separado do perímetro do incêndio, onde se verificou a ignição de um novo foco de incêndio.

Bolsa: Área compreendida entre o flanco e o dedo. 

Incêndio de superfície: quando as chamas se propagam junto ao solo, queimando os combustíveis à superfície - arbustos, folhada e parte superior da manta morta;

Incêndios de copa: quando as chamas atingem as camadas mais altas do combustível, nomeadamente as copas das árvores, e se propagam através destas.

Incêndio subterrâneo: que se propaga através das raízes ou na manta morta inferior, normalmente com uma combustão sem chama.

Incêndio de projeção: quando sua propagação se efetua, essencialmente, pela projeção ou deslocamento de materiais incandescentes.

VLCI: Veiculos ligeiros de combate a incêndios;

VRCI: Veiculos rurais de combate a incêndios;

VFCI: Veiculos florestais de combate a incêndios;

Sensor infravermelho: dispositivo eletrônico que emite e/ou detecta radiação infravermelha, a fim de revelar algum aspecto ao seu redor;

Sensor térmico: dispositivo de medição que detecta a temperatura a partir de uma característica física correspondente do dispositivo, como uma resistência elétrica, o campo eletromagnético (EMF) ou radiação térmica.

Estação repetidora: sistema automático de retransmissão de sinais, normalmente instalado em um local de grande elevação

Dados criptografados: informações protegidas por meio de algoritmos para uma comunicação segura na presença de terceiros.

VPN (Virtual Private NetworkVPN): rede particular virtual.

Torre de vigilância: estrutura de porte alto, construída com a finalidade de monitorar a incidência de incêndios em florestas.

Video Wall: conjunto de telas de televisão ou monitores de vídeo, justapostos, ligados a um computador, e que funcionam como partes de uma única tela de grandes dimensões.

Birdhouse: sensor utilizado para detecção de fumaça no interior da floresta.

SYSFOREST: É um sistema desenvolvido no Brasil, capaz de monitorar em tempo real áreas extensas de floresta plantada ou nativa com o uso de dispositivos de captura e transmissão de imagens e dados de forma confiável e eficaz. Desse modo, é possível prever incêndios e auxiliar na sua contenção desde o pequeno foco de fumaça até o avanço de grandes chamas. Para conhecer mais sobre esse produto, acesse https://coaltech.com.br/sysforest-monitoramento-florestal.html
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