As queimadas liberam muitos gases intensificadores do efeito estufa, como o gás carbônico, contribuindo para o aquecimento global

Não só no Brasil, mas em diversos lugares do mundo, eventos ambientais extremos estão acontecendo com muita frequência, como por exemplo os ciclones, períodos de seca extensos ou chuvas fora de controle, como também as ondas de calor. E sim, o aquecimento global está em pleno curso: De acordo com a NASA, 18 dos 19 anos mais quentes foram recentes, a partir de 2001, e para explicar o porquê disso, é necessário definir o conceito de efeito estufa.

Variações da temperatura na superfície da Terra ao longo dos últimos 140 anos em relação à média de 1961 a 1990. Reprodução.

O efeito estufa é um processo físico que ocorre quando uma parte da radiação infravermelha emitida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. O que está acontecendo hoje em dia é que, com a grande industrialização, a utilização de combustíveis fósseis, a queima de florestas, a pecuária, entre tantos outros, mais desses gases estão sendo jogados na atmosfera, intensificando este efeito, e então aquecendo a terra.

Com o aquecimento global, ocorre um desequilíbrio biológico e climático nas regiões, onde eventos extremos ficam mais frequentes, com dias quentes cada vez mais quentes, épocas secas cada vez mais secas, chuvas cada vez mais intensas e assim por diante. Esse desequilíbrio pode levar ao surgimento de queimadas em áreas susceptíveis, principalmente em regiões quentes e/ou que passam por longos períodos de estiagem.

As queimadas, além de contribuírem para o aumento da temperatura no planeta, podem provocam o empobrecimento do solo, destruição da vegetação, problemas de erosão e alterações na composição química da atmosfera.

Imagem: Reprodução


Os impactos das queimadas são destacados em questões que envolvem as mudanças climáticas futuras, sobretudo na intensificação do Aquecimento Global. A queima de biomassa desempenha um papel importante nas emissões globais de carbono e outros gases-traços (Metano (CH4), Óxido Nitroso (N2O), Hexafluoreto de Enxofre (SF6), Hidrofluorcarbono (HFC) e Perfluorcarbono (PFC)). Acredita-se que as queimadas, a nível global, seja a segunda maior fonte de emissões de gases de efeito estufa. No Brasil, as queimadas são responsáveis por cerca de 60-70% das emissões de CO2 para a atmosfera, ou seja, é a principal fonte emissora.

Queimada em floresta nativa no Brasil.

Fonte: blogdopedlowski


Assim, não somente o aquecimento global está causando mais queimadas ao redor do globo, mas também as queimadas estão sendo responsáveis pelo aumento da temperatura do planeta... um ciclo que se nada for feito, pode ser irreversível.

As florestas são fontes de armazenamento de carbono, uma vez que ela absorve o CO2 da atmosfera e armazena em crescimento celular, na forma de galhos, novas árvores e reserva de biomassa. Contudo quando essa biomassa é queimada ela retorna para a atmosfera, emitindo assim mais gases do efeito estufa. Ao "consumir" CO2da atmosfera, as árvores diminuem a concentração do composto químico. A perda florestal, portanto, favorece o acúmulo do gás. Mas, não apenas isso. O desmatamento e as queimadas têm efeito inverso e liberam quantidades enormes de CO2.

O monitoramento é uma das maneiras para evitar incêndios florestal, uma vez que ele é essencial para evitar que o fogo se propague por grandes áreas. O combate aos focos de calor, quando feitos com rapidez além de evitarem as perdas ambientais também é útil para impedir que mais gases do efeito estufa sejam liberados na atmosfera.

Além disso, se tratando de florestas plantadas os custos com os incêndios podem causar perdas significativas uma vez que toda a fonte de renda (a floresta) pode simplesmente virar carvão. E para que isso não ocorra a utilização da tecnologia para monitorar, prever e também até evitar incêndios florestais está cada vez mais comum, dentre diversos softwares no mercado destaca-se o SYSGUARA. O uso das câmeras de alta tecnologia e também softwares especializados no monitoramento de incêndios é possível identificar a geolocalização exata do começo dos focos de incêndios florestais, com eficiência e assertividade, reduzindo as áreas queimadas em até 90% mitigando as emissões de CO2 para a atmosfera.

Diante da crescente pressão da sociedade e de órgãos ambientais brasileiros e internacionais sobre as atividades agrícolas e florestais, o monitoramento e o controle dos incêndios florestais devem ser, cada vez mais efetivos, de modo a garantir a sustentabilidade das atividades do setor, minimizando os impactos no ambiente e maximizando as produtividades.


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Com informações de:

Mélo, A.S., Justino, F., Lemos, C.F., Sediyama, G., Ribeiro, G., 2011. Suscetibilidade do ambiente a ocorrências de queimadas sob condições climáticas atuais e de futuro aquecimento global. Revista Brasileira de Meteorologia 26, 401–418.. doi:10.1590/s0102-77862011000300007

https://ejesam.ufsc.br/aquecimentoglobal/#:~:text=Dentre%20tantos%2C%20as%20queimadas%20liberam,dia%20parece%20estar%20tomando%20forma

https://climainfo.org.br/2021/03/14/a-amazonia-esta-contribuindo-para-piorar-o-aquecimento-global/

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