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Colunista do Floresta Viva fala sobre falta de livros em cidade do Maranhão

Estudantes da cidade de Codó no Maranhão reclamam da falta de livrarias na cidade Cidade não conta com lojas especializadas em venda de livros. 

Veja a reportagem Completa no G1, assista aqui

    Em Codó, a 300 quilômetros de São Luís, estudantes vêm encontrando dificuldades para comprar livros, como mostrou a reportagem do Bom Dia Mirante desta sexta-feira (29), O colunista do Portal Floresta Viva, Luciano Cavalcante, estudante de Engenharia Florestal na UFPI, participou de entrevista tratando da falta de Livrarias especializadas em livros na cidade e todas as novidades chegam por meio de vendedores ambulantes.                                                               
    O mais perto de uma livraria são as papelarias, lojas de material escolar misturado com outros produtos, onde os proprietários alegam que não há procura suficiente para garantir a revenda de livros. “Leitura é um hábito, quando você tem costume de ler um livro, tem que ter um livro, é como almoçar, jantar ou tomar café, mas a demanda é muito pequena ainda”, explicou a empresaria Lúcia Mota. Por causa da necessidade, os vendedores de livros usados continuam fazendo o maior sucesso quando chegam à cidade. Distantes dos grandes centros, os estudantes procuram um pouco de tudo, sobretudo, nas áreas dos cursos mais frequentados pelos codoenses. “Hoje, existe uma procura muito boa na parte de enfermagem, na parte do direito e na parte da administração. Inclusive, são pessoas que estão mesmo na faculdade, fazendo já o ensino superior”, contou o vendedor Jaílson Queiroz. Nem sempre é possível achar o livro do ano e, nesses casos, leva-se o mais recente. “São recheados de conhecimento. Os dados nunca se perdem, todo tempo vão surgindo novas edições com mais informações, mais pesquisas, é um conhecimento a mais”, animou-se o estudante Silas Trindade. Em meio a esta realidade, os vendedores de fora comemoram. "Hoje, as pessoas estão dando uma certa importância à leitura, então a gente tem um certo sucesso. Sempre que viemos a Codó, é um certo sucesso de venda”, acrescentou Jaílson.
    Mas os estudantes da cidade seguem reclamando, na certeza de que alguém precisa investir nos livros. “Codó tem essa necessidade porque o ritmo da cidade vai crescendo e o número de jovens terminando o ensino médio também vai aumentando. É essencial que haja livrarias que vendam livros do fundamental, médio e superior”, completou o estudante de Engenharia Florestal Luciano Cavalcante.
Fonte: G1 / Adaptado por Floresta Viva

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